sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Dia da Secretária

Dia da Secretária - 30 de Setembro



Espírito prático, atenção minuciosa, pensamento rápido e visão antecipadora das fases que envolvem o trabalho em uma empresa ou escritório são algumas das habilidades necessárias ao exercício da profissão de secretária.
Cabe a ela assessorar e auxiliar diretores e gerentes no planejamento, na organização e no andamento da rotina diária do local onde atua. Assim sendo, cabe à secretária estar à frente da agenda dos executivos e dos cerimoniais.
Sua função inclui preparação e registro de reuniões, administração das informações que chegam por fax ou pela internet e o arquivamento de documentos importantes.
Outra habilidade exigida é conhecer bem a língua portuguesa. Quanto a idiomas estrangeiros, ter fluência em pelo menos uma outra língua faz a diferença.
O importante, no entanto, é gostar do que faz e fazê-lo bem. Feliz Dia da Secretária!

Para os interessados

Mais de um terço do tempo dedicado ao estudo para os que escolhem se formar em secretariado é voltado para o inglês, o espanhol, o português, o inglês técnico e a redação comercial em português. Outras matérias vistas são sociologia, filosofia, matemática e estatística.
No primeiro ano, o enfoque é para técnicas de secretariado, cerimonial, ética e relações públicas. Depois, a ênfase vai para as disciplinas ligadas à gerência de serviços, como administração em RH, psicologia aplicada, planejamento, administração financeira e marketing.
O aluno ainda aprende a trabalhar com softwares específicos para edição de textos, agendamentos, contabilidade, documentação e arquivo.
A duração média do curso é de três anos (formação superior), sendo obrigatório estágio de seis meses e a apresentação de um trabalho de conclusão.
Os cursos técnicos (com duração de 1 ano) também fornecem uma boa base e viabilizam que o aluno obtenha o registro para exercer a profissão.

Novas portas

Empresas de assessoria em secretariado é um ramo de negócios que vem crescendo muito. Trata-se de uma atividade promissora, principalmente em bancos estrangeiros, que sentem falta de pessoas com sólida formação nessa área.
Outro setor que vai bem é o de tradução e interpretação: profissionais que têm fluência em várias línguas são cada vez mais solicitados pelas empresas e conseguem muitas oportunidades de trabalho como free lancers.
O mercado se mostra bastante amplo. Um técnico em secretariado pode desenvolver projetos nas áreas comercial, industrial e de serviços, trabalhando em quase todos os setores da economia, desde pequenas a grandes corporações.

O antes... e o agora

O trabalho da secretária mudou muito com o decorrer do tempo. Se antes precisava ser uma exímia datilógrafa e fazer exatamente o que o chefe pedia, hoje ela assume uma posição mais independente, tomando decisões e peneirando o que deve ou não chegar às mãos da chefia. A datilografia e a taquigrafia sendo deixadas para trás e substituídas pelas novas tecnologias.
Outro aspecto que também mudou foi a clássica divisão de secretária júnior (iniciante), plena (meio de carreira) e sênior (executiva). Algumas empresas podem até usar as denominações, mas a verdade é que atualmente mesmo uma simples estagiária já pega um volume de trabalho compatível com o de uma profissional.
A moderna secretária é praticamente assessora da presidência ou diretoria para a qual trabalha. Além de gerenciar a qualidade das atividades que desenvolve na empresa, também administra a vida e a agenda particular dos executivos. Trata-se, portanto, de uma tarefa de extrema confiança, que exige discrição absoluta.
Diante disso, as palavras que poderíamos apontar como cruciais na rotina diária de uma secretária seriam: postura, discernimento e jogo de cintura.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Empreendedor Individual

Mais de 1,3 milhão já se regularizou como empreendedor individual

No Brasil inteiro, profissionais informais já podem formalizar próprio negócio.
Arrecadação gera benefícios para o país e para os novos empresários.

Do PEGN TV

No Brasil inteiro, profissionais informais já podem formalizar o próprio negócio. Com a regularização das empresas, a arrecadação gera benefícios para o país e para os novos empresários.

João Batista de Castro fabrica velas e é um empreendedor individual da cidade de São Paulo. Há um ano, ele aproveitou a lei geral das micro e pequenas empresas para formalizar o negócio.

A cada dez minutos, a maquia de Batista produz 40 velas palito e seis velas de sete dias. Sozinho ele comanda um negócio que já fatura R$ 3,5 mil por mês. Tudo dentro da lei.

Com o CNPJ e a nota fiscal em mãos, fica mais fácil negociar com os clientes. “Eu preciso de nota fiscal para poder vender para mercados grandes, ou seja, cliente que tenha uma potência maior do que os mercados pequenos, mercados pequenos geralmente não precisam de nota fiscal”, diz.

Para começar o negócio, ele investiu R$ 5 mil na máquina. O equipamento produz 40 mil velas por mês. A empresa já atende três grandes mercados e oito mercearias. Por isso, as embalagens têm até código de barras.

A formalização também facilita o acesso a financiamentos bancários. João Batista fez um empréstimo para comprar parafina, a principal matéria-prima das velas. Por ter uma empresa regularizada, o juro foi bem menor. Agora, com o estoque lotado, ele também se dedica a um trabalho artesanal. Faz velas flutuantes. E também aromáticas. Como a vela bola, com essência de café.

O negócio formalizado trouxe mais que uma simples realização ao empreendedor. “Eu tenho a tendência de crescer cada vez mais para que eu possa realmente trabalhar tranquilo, pagar as minhas contas em dia normalmente, e aí vou tocando meu barco para frente”, revela.

Um total de 450 quilômetros separam João Batista de outra empreendedora de sucesso, a artista plástica Cristina Barros. Ela montou uma loja em São José Do Rio Preto, no interior paulista. Ela vende só o que produz: quadros, caixas de lembranças, arranjos de bambu. Para ter sucesso, segue um rigoroso planejamento de trabalho.

“Segunda-feira eu dou o fundo em todas as peças que eu preciso, que eu vou trabalhar durante a semana. Na terça-feira eu dou o acabamento em cada uma delas, o tempo é menor. Na quarta-feira eu monto tela. Na quinta, eu pinto as telas que montei na quarta. Então cada dia dá semana eu me organizei para uma coisa”, explica.

Esse planejamento veio com os cursos que ela fez no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.

“O Sebrae orienta bastante na parte de planejamento da empresa, e também na parte de finanças, marketing, administração. Nós temos consultorias nessa área, palestras, oficinas, outras atividades, mais que às vezes surgem no Sebrae e servem para todas as pessoas que realmente tenham necessidade ali no negócio”, diz Elisabete Morales Aro, do Sebrae de São José do Rio Preto.

Outra lição é investir em marketing sem gastar dinheiro. A empreendedora fotografa os produtos e coloca as imagens na internet, em duas redes sociais.

A internet também ajuda a conquistar novos clientes. “É uma forma excelente de a gente conseguir passar, através das redes sociais, todo o nosso trabalho, e divulgar para várias pessoas, várias cidades”, diz Cristina.

A formalização aproximou a empresária dos bancos. E permitiu a instalação da máquina de cartão de crédito, usada em 80% das vendas. “Eu fiquei muito tempo na informalidade, trabalhando em casa, porque os impostos são muito altos, e não tinha condição de abrir o próprio negócio. Com a Mei, facilitou 100%”.

Mais de 1,3 milhão de brasileiros já regularizaram seus negócios. O empreendedor individual tem cobertura previdenciária, como auxílio-doença e aposentadoria. A formalização é gratuita e pode ser feita pelo site www.portaldoempreendedor.gov.br.

“Com isso ele tem todos os benefícios da Previdência Social. Ele pode ter sua conta bancária. Ter empréstimos em bancos também. Então o EI dá todos esses benefícios para o futuro empresário”, afirma Elisabete, do Sebrae.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

INFLAÇÃO 2011

26/09/2011 08h27 - Atualizado em 26/09/2011 08h42

Mercado prevê inflação acima do teto do sistema de metas neste ano


Estimativa dos analistas para o IPCA de 2011 subiu de 6,46% para 6,52%.


Mercado ba
ixa de novo previsão para o PIB e sobe estimativa para o dólar.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília

Os economistas do mercado financeiro voltaram a subir, na semana passada, a sua a expectativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano, estimando um valor para a inflação acima do teto estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
O relatório de mercado, também conhecido como Focus, que é fruto de pesquisa do BC com os economistas dos bancos, divulgado nesta segunda-feira (26), informa que a estimativa de inflação deste ano passou de 6,46% para 6,52%. A previsão para o IPCA de 2012, por sua vez, subiu de 5,50% para 5,52%.

Sistema de metas de inflação

Pelo sistema de metas de inflação, que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas. Neste momento, a autoridade monetária já está nivelando a taxa de juros para atingir a meta do próximo ano.

Para 2011 e 2012, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.O BC busca trazer a inflação para o centro da meta de 4,5% em 2012.
Quando a meta de inflação é descumprida, o presidente da autoridade monetária tem de escrever uma carta aberta ao ministro da Fazenda explicando as razões que motivaram o "estouro" da meta formal. A última vez que a inflação ficou acima do teto da meta foi em 2004.
No começo deste ano, a inflação avançou com mais intensidade por conta do aumento dos preços das "commodities" (produtos com cotação no mercado internacional, como alimentos, petróleo e minério de ferros).
Juros
Os analistas do mercado financeiro mantiveram a previsão de que o Comitê de Política Monetária (Copom) voltará a baixar os juros em 0,5 ponto percentual em seu encontro de outubro, para 11,50% ao ano. Atualmente, a taxa está em 12% ao ano. Acreditam ainda que os juros voltarão a recuar em dezembro deste ano, quando atingiriam 11% ao ano. Para o fim de 2012, a estimativa do mercado permaneceu em 10,75% ao ano - o que pressupõe nova queda no decorrer do próximo ano.


Crescimento econômico e câmbio

O mercado financeiro também baixou, na semana passada, a sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 de 3,52% para 3,51%. Esta é a oitava semana consecutiva que a previsão para o crescimento da economia diminui.

Os ajustes começaram após a piora da crise financeira internacional, com a revisão para baixo da nota dos Estados Unidos pela Standard & Poors. Para 2012, a previsão do mercado de crescimento da economia brasileira permaneceu estável em 3,70%.
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2011 subiu de R$ 1,65 para R$ 1,68 por dólar. Para o fechamento de 2012, a previsão do mercado financeiro para a taxa de câmbio avançou de R$ 1,65 para R$ 1,68 por dólar.

Balança comercial

A projeção dos economistas do mercado financeiro para o superávit da balança comercial (exportações menos importações) em 2011 subiu de US$ 24 bilhões para US$ 25 bilhões na semana passada.

Para 2012, o BC revelou nesta segunda-feira que a previsão dos economistas para o saldo da balança comercial avançou em US$ 15,8 bilhões para US$ 16,4 bilhões de superávit.
No caso dos investimentos estrangeiros diretos, a expectativa do mercado para o ingresso de 2011 ficou estável em US$ 55 bilhões. Para 2012, a projeção de entrada de investimentos no Brasil permaneceu intalterada US$ 50 bilhões.

sábado, 24 de setembro de 2011

LIDERANÇA FEBRABAN

Apaixone-se

Para Pensar: pense grande

Um bom planejamento em apenas 5 folhas

PORTAL MBA 60 Segundos

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A Redação

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Veleiro - Equipe - Introdução

MERCADO

23/09/2011 10h16 - Atualizado em 23/09/2011 10h16

Dólar vira e passa a operar em queda nesta sexta

Na véspera, moeda fechou vendida a R$ 1,90, alta de 2,26%.
Essa foi a maior cotação de fechamento desde setembro de 2009.

Do G1, em São Paulo
Após abrir em leve alta, o dólar comercial virou e passou a operar em queda. Perto das 10h10, a moeda era cotada a R$ 1,8845 na venda, desvalorização de 0,82%.
Na véspera, a moeda norte-americana fechou vendida a R$ 1,90, com alta de 2,26% sobre o fechamento da véspera. É a maior cotação de fechamento desde setembro de 2009.
Para interromper a disparada da moeda nesta quinta, o BC voltou a usar contratos de swaps tradicionais pela primeira vez desde junho de 2009.
No início dos negócios, a moeda chegou a subir quase 5%. A disparada fez o BC intervir e realizar uma oferta de contratos de "swap cambial" tradicionais - que equivalem à venda de divisas no mercado futuro. Com a medida, a moeda chegou a cair, mas voltou a mudar de rumo no meio da tarde.
Do valor de até US$ 5,6 bilhões da oferta em contratos de "swap", US$ 2,71 bilhões (cerca de metade da oferta), foram vendidos pelo BC. Esse tipo de operação, que tende a amenizar as pressões de subida do dólar no mercado à vista, não era realizado desde 26 de junho de 2009, quando o Brasil ainda sentia os impactos da primeira etapa da crise financeira internacional.

PORTAL ESCOLA PROTEGIDA

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

EXPOMONEY 2011

Sete especialistas dão dicas para cuidar do seu dinheiro na crise

G1 selecionou orientações de economistas, astrólogos e psicólogos.
Especialistas participarão da Expomoney, que começa nesta quinta em SP.

Ligia Guimarães Do G1, em São Paulo
saiba mais
Acertar nas decisões financeiras em época de turbulência econômica exige mais cuidado por parte do investidor. O G1 ouviu uma série de especialistas que serão palestrantes na Expomoney, evento sobre educação financeira e investimentos que começa nesta quinta-feira (22) e vai até sábado (24) em São Paulo, e pediu que cada um deles respondesse à pergunta: o que o pequeno investidor precisa saber para não perder dinheiro durante a crise? Confira as respostas.


1) Pedro Carrilho, autor português do livro 'Descubra o milionário que há em você'

"As pessoas no Brasil devem buscar proteção financeira, que é a diversificação do dinheiro e procurar produtos que protejam seu dinheiro. Uma pessoa que tenha 10%, 20% do dinheiro em ações não se deve preocupar (com a volatilidade do mercado). Proteção financeira em Portugal, que está em forte crise nesse momento, é quase tirar o dinheiro do país, para mercados que estão mais estáveis. Para o brasileiro é mais simples, é não se expor demasiado aos riscos do mercado neste momento, mas viver com calma o dia a dia porque há bom dinheiro para se ganhar, inclusive em ações. (...) Renda fixa e matérias-primas são boas opções para esperar passar a turbulência. Neste momento, quando há incerteza, deve-se ter três a seis meses de despesas mensais poupadas. Se você gasta R$ 2.500 com casa transporte e estudos, tem que ter R$ 7.500 em uma conta só para emergências, que dê para sacar de uma hora para outra".

2) Márcia Tolotti, psicanalista e autora do livro 'As armadilhas do consumo'


"É importante as pessoas encararem que este é um momento em que, no mínimo, eu tenho que me prevenir e ser moderno o suficiente para rever minhas escolhas quando a situação exige. Seria racionalmente importante que a gente pudesse rever e conter o hábito do consumo exacerbado, exagerado, o que é difícil das pessoas fazerem. Se eu preciso agora ter um compasso mais lento porque a economia está mais lenta, como vou querer impor o meu ritmo? É como um voo livre: se está chovendo e ventando eu não tenho muito o que fazer diante disso. Agora no meu microcosmos eu tenho o que fazer: naquele dia, decido não voar. Diante da macroeconomia a gente não tem muito poder, mas dentro da minha conta bancária eu tenho. Hoje eu vou decidir não consumir aquilo que não seja estritamente necessário, de verdade. Eu tenho que saber que estou diante de uma turbulência. Deixa eu exercer a liberdade que me cabe".


3) Luiz Carlos Ewald, o 'Sr. Dinheiro', do 'Fantástico'

"É um momento em que a pessoa tem que parar para pensar. E principalmente não se endividar e nem deixar dívidas pendentes. Adiar compras e qualquer compra de compromisso. Tome muito cuidado que os imóveis estão muito caros. Viver de aluguel é muito mais barato do que comprar. Se aluguel é jogar dinheiro fora, juro é muito mais dinheiro fora, porque é mais de duas vezes o valor do aluguel. O esforço para fazer sobrar dinheiro tem que ser maior. Tomar cuidado com compras por impulso, ver ofertas e pesquisar bastante".


4) Maurício Bernis, astrólogo e consultor empresarial


"Do ponto de vista astrológico, existe uma configuração do céu que determina que até 2015 estejamos com uma instabilidade econômica forte. O pequeno investidor tem que navegar por mares seguros, investir em coisas de menor risco, tesouro direto, coisas com ganho menor. Para as pessoas que têm perfil e traquejo para bolsa, o day trade (compra e venda de ações em um mesmo dia) é o lado positivo".

 

5) Gustavo Cerbasi, consultor e autor do livro  'Casais inteligentes enriquecem juntos'

"A melhor estratégia para lidar com a crise é a tradicional: pequena parcela (das economias) alocada no mercado de ações e predominando em renda fixa. Sempre uma postura consciente, bem informada. Por mais que queira manter 20% em renda variável, no momento em que se abre uma janela de oportunidade em renda variável, como um imóvel ou uma ação muito barata, é importante ter o dinheiro em renda fixa para poder aproveitar. Quem tem alguma parcela em renda variável se sente incomodada e vai atrás de informação. Ter o dinheiro na bolsa é importante para que a pessoa se mantenha informada. E nesse caso jamais colocar todo o dinheiro da renda fixa na bolsa, mas uma parcela. A crise vai impactar o preço do pãozinho e dos importados, mas também vai trazer um bom cardápio de oportunidades para os investidores".

6) Leandro Martins, analista de investimentos

."Todo investidor que começa a investir na bolsa comete erros repetitivos, também na crise. Somos acostumados a usar o emocional nas operações financeiras, mas podemos reformular nosso cérebro com informação e aprender a usar  o racional. Um erro comum é esperar o preço da ação ficar mais caro para comprar, e aí assim que a pessoa compra ela já começa a cair. Outro erro é, quando o preço da ação começa a cair, esperar o máximo de tempo e vender quando o prejuízo já está grande. O certo é vender assim que ela começa a cair e já comprar outra com potencial de alta. Ter pressa para decidir e investir ou ter ganância e fazer operações arriscadas com mais dinheiro que você tem também é um risco. Comprar ou vender ações cada vez por um motivo ou dica diferente também é errado: a falta de metodologia de compra e venda é um grande erro. A falta de humildade, de achar que só porque acertou uma compra o mercado de ações já é fácil, também pode levar a muitas perdas".



7) Henrique Kleine, analista da corretora Magliano

Mesmo em épocas de crise é possível  comprar papéis no mercado de ações nos quais o investidor consiga ter algum tipo de rentabilidade ou não ter perdas muito grandes. É importante analisar características da empresa: os múltiplos da companhia, preço em relação ao valor patrimonial da companhia, o retorno sobre patrimônio, que mostra a taxa de retorno da companhia. Buscar informações, relatórios de analistas em corretoras e bancos de investimentos de confiança. Em época de crise global há empresas que são mais expostas e outras menos; selecionar empresas que não tenham tanta exposição ao risco externo, como empresas voltadas para o mercado interno, brasileiro. Dá para ganhar dinheiro mesmo em época de crise. Há casos de ganhos consideráveis em alguns papéis de 2008 até hoje, como a Hering, que subiu cerca de 1.100%. Quem olha para índices como o Ibovespa, que é um composto de ações, pensa que a bolsa está ruim. Mas se você sai do índice e analisa papéis cuidadosamente, encontra rentabilidade".

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9ª Expomoney
Quando: de quinta (22) a sábado (24)
Onde: no Transamérica Expocenter, em São Paulo.
Entrada gratuita. Inscrições
no site do evento

Segurança em Condomínios - GNA Consultoria

Desafio Sebrae 2011

Queda de Bolsas Asiáticas

Fed 'sombrio' derruba bolsas asiáticas; HK -4,85%

 
 
As Bolsas da Ásia recuaram forte, com baixas superiores a 2%. As incertezas e o pessimismo sobre a economia global foram amplificados pela queda em Wall Street e pelas previsões sombrias do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) sobre os riscos e perspectivas da economia norte-americana.
Estes fatores, aliados a indicadores preliminares da atividade manufatureira na China que mostram declínio em setembro, derrubaram a Bolsa de Hong Kong para o menor patamar em 26 meses. O índice Hang Seng caiu 912,22 pontos, ou 4,85%, e encerrou aos 17.911,95 pontos, o pior fechamento desde 14 de julho de 2009.
As Bolsas da China também fecharam em forte queda, no embalo das perdas em Nova York e dos números sobre a atividade manufatureira local, que apontam para a redução do crescimento econômico. O índice Xangai Composto perdeu 2,8% e encerrou aos 2.443,06 pontos. O índice Shenzhen Composto recuou 2,9% e terminou aos 1.070,78 pontos.
O yuan se desvalorizou sobre o dólar, em meio ao rali da moeda norte-americana em relação às unidades regionais. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,3877 yuans, de 6,3823 yuans ontem.
Já a Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, também caiu por conta da realização de lucros por parte de investidores estrangeiros e da valorização do dólar. O índice Kospi perdeu 2,90% e encerrou aos 1.800,55 pontos.
Em Taiwan, a Bolsa de Taipé encerrou em baixa, influenciada pela debilidade de Wall Street e dos mercados regionais. O índice Taiwan Weighted retrocedeu 3,06% e fechou aos 7.305,50 pontos.
No mesmo sentido, a Bolsa de Sydney, na Austrália, sofreu a maior queda da semana, atingindo a menor pontuação em seis semanas. O índice S&P/ASX 200 teve baixa de 2,63% e fechou aos 3.964,90 pontos.
Nas Filipinas, a Bolsa de Manila também fechou em baixa. O índice PSEi recuou 2,57% e terminou aos 4.096,10 pontos.
A Bolsa de Cingapura teve forte baixa, com os investidores reagindo à avaliação pessimista do Fed sobre a economia dos EUA. Outro fator a pesar foi o declínio da atividade industrial da China em setembro. O índice Straits Times perdeu 2,6% e fechou aos 2.720,53 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 8,9% e fechou aos 3.369,14 pontos, com os fundos estrangeiros reduzindo suas posições em meio a preocupações de que a desvalorização da rupia pode provocar explosão da inflação e afetar os lucros das empresas e a economia.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, acompanhou o movimento das demais asiáticas e cedeu 3,8%, fechando aos 990,59 pontos.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, cedeu 2,2% e fechou aos 1.387,81 pontos, afetado pelo cenário traçado pelo Fed e preocupações com a crise da dívida europeia.

As informações são da Dow Jones

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Artigo - O Empreendedor

O empreendedor – o inicio da história


Cansado de tanto esperar pelo melhor momento para tirar suas idéias do papel, o futuro empreendedor decidiu que aquele dia seria o divisor de águas na sua vida e que marcaria o início de uma nova fase que ele havia planejado e faltava coragem para por em prática.
O que aconteceu que ele partiu desta forma, sem titubear e decidido a não mais olhar para trás em busca de respostas para os seus medos e anseios?
Creio que as pessoas que estão carregadas de propósitos e idéias, um dia transbordam em pensamento e abrem mão do porto seguro (que só existe no imaginário) e partem para viver uma nova realidade recheada de desafios que é o mundo empreendedor.
É comum a decisão de empreender ser tomada antes de se encontrar um negócio no qual valha a pena investir tempo e dinheiro.
Mas o nosso futuro empreendedor acreditava que o caminho da preparação para um negócio próprio era uma via comum e que teria que ser trilhada qualquer que fosse o ramo de atividade que viesse empreender, e assim seguiu em frente sem medo de se entregar a essa longa construção.
Acredito que ele estava certo, também penso assim, um modelo de negócios vitorioso se aplica em diferentes nichos de mercado, a partir de pequenas adaptações.
Na busca da sua oportunidade empreendedora o desbravador encontrou muitas propostas de supostos “negócios da China”, mas poucos resistiram a lista de testes que ele desenvolveu.
A lista de verificação aplicada nada mais era do que pré-requisitos que deveriam ser atendidos , que iam desde o teto da sua disponibilidade financeira para o investimento, passando pelo limite da sua capacidade para gerir aquele negócio, chegando a uma síntese dos princípios fundamentais que deveriam ser respeitados.
Pode parecer meio filosófico, mas ele acreditava que empreender tendo como objetivo principal o ganho financeiro era um propósito medíocre, o que não seria suficiente para sustentar a sua motivação.
 Era necessário um algo a mais, como combinar realização profissional com satisfação pessoal, só assim estaria em condições de suportar os momentos difíceis que todo empreender está sujeito a passar, mantendo a crença nas suas escolhas.
O que ficava muito claro para ele, a cada dia que passava, é que as decisões eram sempre difíceis, mas precisavam ser tomadas, por mais duras e radicais que fossem.
Sem um posicionamento firme não seria possível realizar a transição de uma vida de emprego para um ambiente de autonomia e empreendedorismo.
Assim começou uma história que  estará recheado de situações reais vividas pelo nosso futuro empreendedor e também por aqueles que decidem assumir o destino das suas vidas, abrir seu próprio negócio e dar início a construção do seu legado.
Serão momentos de indecisão, insegurança, medo do desconhecido, encontro com o fracasso, mas recompensados pelas conquistas e vitórias.
O meio e fim ficará a cargo da imaginação de cada um!

Sérgio Oliveira

Vídeo Empreendedorismo

Empreendedorismo

Origem

O conceito "empreendedorismo" foi utilizado pelo economista Joseph Schumpeter em 1950 como sendo uma pessoa com criatividade e capaz de fazer sucesso com inovações. Mais tarde, em 1967 com Kenneth E. Knight e em 1970 com Peter Drucker foi introduzido o conceito de risco, uma pessoa empreendedora precisa arriscar em algum negócio. E em 1985 com Gifford Pinchot foi introduzido o conceito de Intra-empreendedor, uma pessoa empreendedora mas dentro de uma organização.
Uma das definições mais aceitas hoje em dia é dada pelo estudioso de empreendedorismo, Robert Hirsch, em seu livro “Empreendedorismo”. Segundo ele, empreendedorismo é o processo de criar algo diferente e com valor, dedicando tempo e o esforço necessários, assumindo os riscos financeiros, psicológicos e sociais correspondentes e recebendo as consequentes recompensas da satisfação econômica e pessoal.
A satisfação econômica é resultado de um objetivo alcançado (um novo produto ou empresa, por exemplo) e não um fim em si mesma.

Fonte: Wikipédia