segunda-feira, 31 de outubro de 2011

CURSO PSD CTTE

SEBRAE-MG - O sucesso das mulheres empreendedoras

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

CONSULTORIA DEFESA PESSOAL

Visite o Portal da Safe Haven e veja os diversos Cursos de Defesa Pessoal pelo Método NICON  ( Neutralizar / Imobilizar / Conduzir )

http://www.safehaven.com.br/index.htm

http://video.google.com/videoplay?docid=8787255439591757257

A Redação

VT Cercas Elétricas Regulamentação

PEGN Concertina.wmv

Oportunidades de segurança eletrônica - Copa e Olimpíadas no Brasil

Como montar uma empresa de Segurança Privada

Dica do Radar de Negócios para a área de Segurança Privada - Ficha Técnica Sebrae

http://www2.ms.sebrae.com.br/uploads/UAI/fichastecnicas/seguranca.pdf

A Redação

PEGN - Segurança Eletrônica

SEGURANÇA ELETRÔNICA
Selma Cruz Migliori fala para a platéia: Boa tarde!
Moderador apresenta a mensagem enviada por olavo_sp: A segurança na internet é um ramo que vem crescendo muito? É uma boa área para se investir?
Selma Cruz Migliori responde para olavo_sp: Vem crescendo muito sim. Essa parte de segurança na internet, particularmente, tem sido bastante utilizada.
Selma Cruz Migliori fala para a platéia: Nas residências usa-se bastante também.
Moderador apresenta a mensagem enviada por Pedro_Henrique: Gostaria de saber se toda empresa de segurança tem que se associar a abese e se isso tem algum custo. Obrigado!
Selma Cruz Migliori responde para Pedro_Henrique: As empresas que optam por se associar pagam uma taxa de adesão, e na sequência existe uma mensalidade, dependendo da sua categoria. Pode entar em contato pelo telefone (11) 5585-2677 / 2680. Segurança eletrônica é elaboração de projetos. Quem contrata a ABESE sabe de todos os benefícios que pode oferecer ao seu cliente, inclusive alguns tipos de seguro.
Selma Cruz Migliori fala para a platéia: O site é www.abese.org.br
Moderador apresenta a mensagem enviada por durval: Caso eu tenha contratado uma empresa para me ajudar a montar um esquema de segurança eletrônico e tenha tido problemas com esse sistema? Como recorrer?
Selma Cruz Migliori responde para durval: Nós temos vários seguimentos dentro da segurança eletrônica. Temos sistemas de alarme, portas eletrônicas etc. Você pode descontratar o serviço e o antigo contratado tem obrigação de fornecer a senha geral desse sistema.
Moderador apresenta a mensagem enviada por augusto: Há algum curso que possamos fazer para se especializar? para quem quer entrar nesse ramo de segurança eletrônica
Selma Cruz Migliori responde para augusto: Novamente entrando no site no http://www.abese.org.com.br/. Lá você encontra o endereço dos cursos específicos.
Moderador apresenta a mensagem enviada por Laura: Queria saber se existe algum sistema que possa acionar a policia de imediato. Já existe uma tecnologia do tipo?
Selma Cruz Migliori responde para Laura: O serviço que nossa empresa fornece faz com que o chamado passe pela empresa especializada antes, para ser confirmada a sua veracidade e logo depois, acionamos a polícia.
Moderador apresenta a mensagem enviada por silvane: Eu estava penasndo em contratar uma empresa de segurança. Mas fiquei meio com medo sabendo que, uma empresa que monta a segurança da minha empresa, certamente conseguirá ter livre acesso já que conhece o sistema. Isso não é perigoso? Como eliminar a chance de contartar uma empresa com segunda intenções.
Selma Cruz Migliori responde para silvane: Você deve pesquisar no site para verificar se é uma empresa confiável. Procure saber se ela está há muito tempo no mercado. Outro ponto importante é o contrato estabelecido para a empresa. Isso é uma dica: fique atento ao contrato. Sobre senhas de acesso, todo o sistema possibilita ao usuário modificar a senha. Se voce tem dúvidas, pode colocar a sua própria senha, e ninguém mais terá acesso.
Selma Cruz Migliori fala para a platéia: Eu gostaria de agradecer a oportunidade de esclarecimento ao público. Esse é um setor novo e que carece ainda de algumas diretrizes para que empresas sérias consigam trabalhar de maneira eficaz. Estamos criando normas técnicas e diretrizes. Consulte os associados da ABESE para tirar as suas dúvidas e saber se a empresa tem o selo amarelo de qualidade. Estamos à disposição.
Moderador fala para a platéia: O chat do PEGN fica por aqui. Obrigado a todos pela participação. Boa Tarde!

sábado, 15 de outubro de 2011

DIA DO PROFESSOR

Homenagem  da Consultoria GNA e do Portal Escola Protegida a todos os professores do Brasil  neste 15 de Outubro de 2011. Parabéns e Sucesso...

Elogio do aprendizado

Aprenda o mais simples!
Para aqueles cuja hora chegou
Nunca é tarde demais!
Aprenda o ABC; não basta, mas
Aprenda! Não desanime!
Comece! É preciso saber tudo!
Você tem que assumir o comando!

Aprenda, homem no asilo!
Aprenda, homem na prisão!
Aprenda, mulher na cozinha!
Aprenda, ancião!
Você tem que assumir o comando!
Freqüente a escola, você que não tem casa!
Adquira conhecimento, você que sente frio!
Você que tem fome, agarre o livro: é uma arma.
Você tem que assumir o comando.

Não se
envergonhe de perguntar, camarada!
Não se deixei convencer
Veja com seus olhos!
O que não sabe por conta própria
Não sabe.
Verifique a conta
É você que vai pagar.
Ponha o dedo sobre cada item
Pergunte: O que é isso?
Você tem que assumir o comando.

Bertolt Brechet, Elogio do Aprendizado, in Poemas 1913 – 1956, São Paulo, Brasiliense, 1986, p. 121.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

RISCO DO NEGÓCIO

O tal do risco do negócio

O alcance das obrigações trabalhistas ao patrimônio pessoal dos sócios é um dos maiores pontos de desestímulo aos empreendedores

27/06/2011 17:01
Nos últimos anos houve um expressivo aumento do número de empresas no país. Em 2010, o número de novos empreendedores aumentou 101% em relação a 2009. Há quem diga que o brasileiro é um dos povos mais empreendedores do mundo.

Isso indica principalmente que os empreendedores que atuavam de maneira irregular estão buscando a formalidade, sobretudo acreditando nos benefícios que isso pode trazer ao seu negócio.

Ao empreendedor, por natureza, cabe o risco do negócio. Abstração de difícil conceituação, o “espírito empreendedor” é inerente ao ser humano, que desbrava novos caminhos, busca a prosperidade, cava oportunidades, transforma as riquezas e conquista vitórias. Mas qualquer empreendimento necessita de investimento para que se forme o “capital”.

Sendo o único a colher os frutos gerados pelo seu negócio, ao empreendedor caberão os lucros auferidos no sucesso. Por outro lado, a ele caberá encarar a realidade de um período de dificuldade financeira ou o fracasso da empreitada. O empreendedor jamais poderá transferir o risco da perda a terceiros. Muitas empresas sucumbem e o investimento realizado pelos empreendedores é perdido.

Entre as 1.370.464 novas inscrições no CNPJ em 2010, mais da metade foi de empresários individuais. A figura do empresário individual é uma forma criada pela lei para possibilitar ao empreendedor pessoa física desenvolver seus negócios sob o modelo de uma firma, que terá seu próprio nome. Embora tenha inscrição no CNPJ, isso não significa que ele seja uma pessoa jurídica.

Trata-se de uma pessoa física que, exclusivamente em relação às suas atividades de empresário, tem tratamento fiscal separado da pessoa natural. Caso o empresário individual queira trazer sócios para seu negócio, poderá requerer a transformação do registro na Junta Comercial para o registro de uma sociedade. Mas enquanto empresário individual estará desprovido de personalidade jurídica e de qualquer limitação de responsabilidade, assumindo, portanto, um risco que vai além da perda de certa quantia investida como capital social. Ele assume pessoalmente a responsabilidade do seu negócio, sem limitação.

É comum, no entanto, a forma de uma pessoa jurídica para a exploração da atividade empresarial – uma sociedade empresária – cuja principal vantagem é a expressa limitação da responsabilidade do sócio. O tipo societário mais utilizado é, sem dúvida, a sociedade limitada.

Embora o Código Civil de 2002 possa ter empregado a idéia de que “a sociedade é limitada”, há que se deixar claro que a limitação se refere à responsabilidade dos sócios em relação às obrigações da sociedade.

Deixando-se de lado a terminologia inadequada, o que importa ressaltar é que a obrigação dos sócios na sociedade limitada é a de efetivamente investir os recursos que prometeram na sociedade. Enquanto não integralizado o capital, os sócios correrão o risco de se verem compelidos por credores (ou pela própria sociedade) a pagar o montante não integralizado. A falta da integralização total do capital seria uma das raras hipóteses que ensejaria a responsabilidade pessoal dos sócios por dívidas da empresa.

A rigor, vale dizer que a responsabilidade de um sócio refere-se basicamente ao montante por ele investido ou prometido a título de capital social. Caso a sociedade seja infeliz na sua empreitada, o valor então investido pelo sócio poderá ser perdido. Ou, se ainda não tiver integralizado, ele poderá ser obrigado a fazê-lo. Ressalte-se, porém, que dívidas contraídas pela sociedade não poderão, regra geral, ser cobradas do sócio.

Convém também deixar claro que a limitação da responsabilidade de que estamos tratando se dá sempre em relação ao patrimônio pessoal dos sócios e não em relação ao patrimônio da sociedade. A sociedade responderá total e ilimitadamente com o seu patrimônio perante terceiros.

Por certo que a exploração de um negócio empresarial deve ser norteada por certos princípios éticos e morais. De acordo com o moderno direito societário, a empresa tem sua função social. Ela deve primar pelos seus compromissos com terceiros e não deve prevalecer a idéia do “lucro acima de tudo”.

Quando falamos em atividade empresarial, capital social, risco do negócio e lucros, convém lembrar do princípio da intangibilidade do capital, que determina que recursos da empresa não podem ser repassados aos sócios com prejuízo do capital. O capital é, em sentido amplo, a garantia dos credores.

Na legislação brasileira há previsões que permitem a responsabilização e o alcance a bens dos sócios. Porém, de modo geral, essas hipóteses estão direta ou indiretamente relacionadas a conflitos de interesse, excesso de poder, desrespeito às leis, fraude, dolo ou, no mínimo, abuso da personalidade jurídica.

No campo da legislação tributária também se discute a responsabilidade do sócio, prevalecendo o mesmo princípio da legislação civil, ou seja, a responsabilidade pessoal em razão de atos que contrariem a lei ou excedam os limites do contrato social.

Contra atos que causem prejuízo, fraude a credores e descumprimento de obrigações que decorram de decisões judiciais, contratos ou da lei, por parte dos sócios ou da sociedade, foi desenvolvida a teoria da desconsideração da personalidade jurídica. Retira-se o véu da pessoa jurídica para trazer a juízo seus sócios, responsabilizando-os por obrigações contraídas irregularmente em nome da sociedade.

Um dos fatores mais preocupantes diz respeito à Justiça do Trabalho, que tem aplicado e formou jurisprudência em relação ao instituto da desconsideração da personalidade jurídica nas execuções trabalhistas. Muitas vezes por considerar que a simples ausência de patrimônio da empresa para pagar os débitos trabalhistas já configura violação à lei. Ou por considerar que o crédito trabalhista tenha natureza alimentícia, ligado ao princípio da dignidade da pessoa humana. Ou ainda, adotando a desconsideração da personalidade jurídica por analogia ao Artigo 28 do Código de Defesa do Consumidor, sob a alegação de que a legislação trabalhista é omissa sobre o assunto da responsabilidade dos sócios e ex-sócios. Assim, seria permitida a aplicação da analogia como fonte de direito, sem considerar, no entanto, que a responsabilidade dos sócios não é matéria do Direito do Trabalho e está claramente definida no Direito Civil.

Sendo motivo de intensos debates na esfera jurídica, o alcance das obrigações trabalhistas ao patrimônio pessoal dos sócios, sobrepondo-se à limitação da responsabilidade consagrada pela legislação civil, é, sem dúvida alguma, um dos maiores pontos de preocupação, insegurança jurídica, risco e desestímulo aos empreendedores no Brasil nos últimos tempos.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Encontro de Segurança Privada no Vale

Greve do Bancários

Greve dos bancários chega aos 26 estados e ao Distrito Federal

Roraima, único fora do movimento, entrou em greve nesta segunda-feira (3).
Paralisação afetou 7.950 agências de bancos públicos e privados.

Do G1, em São Paulo
A greve nacional dos bancários, que teve início no dia 27 de setembro, fechou 7.950 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados nesta segunda-feira (3) e afetou os 26 estados do país e o Distrito Federal, com a adesão dos funcionários de Roraima, único fora do movimento até então. O balanço é da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), feito a partir de dados enviados pelos sindicatos até as 19h.
Com isso, 39,6% das 20.073 agências bancárias instaladas no país foram afetadas pela mobilização dos trabalhadores.
Com adesão de Roraima ao movimento, greve dos bancários chega aos 26 estados e ao Distrito Federal (Foto: Marcos de Paula/AE)
 
Com adesão de Roraima ao movimento, greve dos bancários chega aos 26 estados e ao Distrito Federal (Foto: Marcos de Paula/AE)
Após reunião nesta segunda-feira, em São Paulo, o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, decidiu orientar os sindicatos a intensificar as ações para mobilizar os bancários e ampliar a greve em todo país.
Reivindicações

Os bancários entraram em greve por tempo indeterminado, após a quinta rodada de negociações com a Fenaban, ocorrida no dia 23. A proposta patronal contemplava reajuste de 8% sobre os salários, o que representa aumento real de 0,56%, segundo a Contraf. A reivindicação da categoria é de 12,8% de reajuste, sendo 5% de aumento real.
Os bancários pedem, ainda, valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, fim da rotatividade, melhoria do atendimento aos clientes, fim das metas abusivas e do assédio moral, mais segurança e igualdade de oportunidades.
Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional, destaca que a valorização do piso da categoria é um ponto fundamental para o acordo. “Dados do Dieese mostram que o salário inicial dos bancários brasileiros é menor que o piso dos trabalhadores argentinos e uruguaios. Isso é um absurdo, uma vez que os bancos brasileiros estão entre os maiores e mais lucrativos do continente”, diz, em nota, o dirigente sindical.