segunda-feira, 30 de abril de 2012

GOOGLE APPS

Pequenas empresas são maioria no Google Apps


Estudo conduzido pela Cloud Alliance identificou que pequenos negócios são 'early adopters' do serviço. Dos usuários, 69% são companhias com um a dez funcioários.

BRAD REED, DA NETWORK WORLD (USA)

30 de abril de 2012 - 18h05



Embora o Google tenha apresentado o Google Apps como solução de produtividade adequada para as grandes empresas, a maioria dos usuários do serviço é os pequenos negócios.
Uma pesquisa realizada pela Cloud Alliance com mais de 50 mil administradores do Google Apps identificou que 69% dos 'early adopters' são empresas que têm entre um e dez funcionários e outros 21% têm entre 11 e 50 funcionários. Apenas 3% dos usuários têm mais de 500 empregados.
A Cloud Alliance diz que o resultado não é uma surpresa, já que as pequenas constituem a grande maioria dos 'early adopters'. “Elas têm menos burocracia, permitindo o teste e a adição de novas tecnologias mais facilmente", aponta o levantamento.
A pesquisa constatou ainda que as grandes empresas são muito mais propensas a se preocupar com segurança e privacidade antes de adotar o Google Apps. De acordo com a Cloud Alliance, mais do que um quarto das empresas com 200 ou mais empregados disse que a segurança e a privacidade era uma das maiores preocupações, enquanto cerca de 17% dos negócios com menos de 200 funcionários apontou o mesmo.
Segundo o levantamento, os setores que mais adotam o Google Apps são publicidade e marketing (11%), construção (6%) e educação (5%). 

domingo, 29 de abril de 2012

CRIMINOLOGIA - GANGS E QUADRILHAS

sexta-feira, 27 de abril de 2012

VOCÊ É O QUE PRODUZ E COMPARTILHA NA INTERNET


Faça a diferença...Tenha um Núcleo Web... Entre nas Redes Sociais
Blog é uma rica maneira de mostrar que você é uma pessoa interessante e interessada em algum assunto. Blog é uma fantástica maneira de mostrar que você é um especialista em alguma coisa e tem opinião própria. Blog é uma verdadeira maneira de mostrar aos seus clientes, funcionários e amigos que você não tem nada a esconder, pelo contrário, você está cheio de boas idéias para compartilhar.
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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Como ter estratégia nas redes sociais?

Como ter estratégia nas redes sociais?

Entrar ou não nas redes sociais? Os nativos digitais com certeza responderiam que sim. Já os mais “analógicos” e conservadores seriam mais ponderados em suas respostas.  Preocupadas em reforçar a marca e aumentar as receitas, as empresas de diversos segmentos fazem ginásticas para desenvolver estratégias que se apliquem as mídias sociais. Todas querem estar lá. Mas será mesmo estratégica a mesma fórmula para todos?
Adrian Slywotsky, especialista em estratégia, cita em vídeo que as estratégias de mercado mudaram para as empresas na Era Digital. Ele reforça que nem sempre quem detém o market share é quem tem mais lucratividade. Para ele três perguntas precisam ser respondidas: onde nós como fornecedores poderemos criar lucratividade em nosso setor? O que acontece com a forma que os clientes estão mudando, não somente em suas preferências, mas também no seu poder que redefine o espaço de oportunidades? Qual o design ou modelo de negócios da próxima geração que temos que construir para capturar e proteger a lucratividade?
Responder a estas perguntas antes de definir a estratégia de lucro é um bom começo, assim como fazer um levantamento completo do tipo de relação que a empresa tem com as mídias sociais. Rene de Paula, especialista em experiência do usuário da Microsoft Brasil e professor do I-Group, dá um alerta: “Talvez estar fora seja a melhor estratégia”.
A análise do especialista mostra que é preciso ter muita cautela para aderir as mídias. Ele aconselha: “Vamos respirar fundo, os problemas concretos ainda permanecem e os conceitos clássicos de estratégica continuam valendo. A Web 2.0 trouxe a ideia de que tudo é muito fácil, o que faz as vezes a empresa partir para uma estratégia digital diferente da realidade da organização. Tem muita gente interessada nas mídias por medo e insegurança e também pela manipulação das opiniões. E isso não é estratégico”, ressalta de Paula.
A consultora Valéria Jureidini, da Basics, empresa de consultoria em mídias sociais, pontua que para uma estratégia dar certo é preciso envolver a alta gerência da companhia. “A principal estratégia nas redes sociais é ter o propósito alinhado a estratégia da empresa. Antes de mais nada, o objetivo para estar nas redes precisa obedecer aos interesses da companhia, além da estratégia estar tangenciada pelos negócios da empresa (por isso a importância da alta gerência). É preciso que a estratégia tenha continuidade e dimensionamento de tempo para dar resultado”, explica Valéria.
Manter o bom nome na praça é estratégico
Ter um bom nome no mercado dá trabalho. Muitas empresas sabem que são anos para cultivar o ‘bom nome na praça’. E todos já estão cansados de saber que basta uma mensagem negativa da empresa ser postada e a reputação de anos se desmancha em segundos. Especialistas indicam algumas fases anteriores a estratégia, como o mapeamento de redes e comunidades. “Primeiro identifique quem e o que estão falando de você. Depois procure integrar-se às mídias que são aderentes a proposta de comunicação da empresa e faça parte delas”, reforça de Paula, da Microsoft.
Já Valéria, da Basics, especialista em marketing e relacionamento digital, aposta na aproximação do consumidor para o processo criativo de produtos e serviços como uma das maneiras de ser estratégico. “A empresa pode, por exemplo, chamar alguns blogueiros específicos para participar da estratégia de mídia social e premiá-los. Isso nada mais é que voltar para o marketing “boca-a-boca” e fazer marketing junto ao formador de opinião. A estratégia neste caso passa a funcionar por meio da prestação de serviço e troca de informações”, salienta Valéria.
Prestar um bom serviço significa também reforçar a marca, um processo casado tanto no mundo offline quanto no online. A consultora da Basics pontua ainda que o relacionamento deve agregar valor, trazendo informações diferenciadas que proporcionem uma boa interação do cliente com a marca, seja num momento de criação ou de crise.
Um caso que todos devem se lembrar é o do Ovomaltine, que deixou de fabricar o achocolatado do tipo Suíço e recebeu pela rede muitas críticas. Várias mensagens circularam dizendo que o produto não seria mais comercializado, manchando a marca da empresa AB Brasil, fabricante do Ovomaltine.
Rapidamente e estrategicamente, o responsável pela marca na América Latina entrou em uma das comunidades de discussão e esclareceu a razão pela qual o produto tinha deixado de ser comercializado (baixo market share). Com isso, o executivo evitou mais ruídos negativos na comunicação e ainda recebeu elogios dos consumidores. Resolvida a crise, o executivo saiu da rede. “Fazer parte das mídias em apenas alguns momentos não deixa de ser uma estratégia. No caso da AB Brasil pode não ser estratégico criar uma comunidade ou um blog. Mas foi extremamente estratégico fazer parte de uma naquele momento de crise”, justifica Valéria.
Não importa a estratégia escolhida, o importante é saber onde a empresa está e onde ela quer chegar. Como em qualquer estratégia de mercado, as realizadas nas mídias digitais dependem muito mais de uma mente criativa do que de uma plataforma “mágica”. Boa sorte na sua empreitada digital e confira abaixo algumas dicas para trilhar o caminho das redes.
10 dicas para fazer seu mapa estratégico
Algumas estratégias têm demonstrado retorno na Web 2.0. Mas antes de sair testando, tome nota de alguns pontos que devem ser levados em conta e podem te ajudar no desenho do mapa de estratégias digitais.
1- Se a estratégia estiver voltada para gerar negócios, o Twitter tem demonstrado uma boa ferramenta com retorno para promoções específicas para quem está nesta rede social. Não se esqueça que promessa é dívida. Só ofereça aquilo que você poderá entregar. Na Web 2.0 a quantidade de pessoas atingidas por uma ação é totalmente imprevisível. O que pode ser bom ou ruim. Portanto, prepare sua infraestrutura para entregar e gerar acesso. Divulgue suas ações promocionais sempre com muito respeito e de maneira honesta.
2- Antes de lançar uma plataforma de mídia social, crie uma governança, estabelecendo em primeiro lugar o propósito do negócio. Defina em seguida a sua estrutura operacional, ou seja, defina os papéis de cada membro da equipe no projeto. Crie políticas e procedimentos desta operação de acordo com a lei vigente no país, assim como políticas de mediação, regras para envio de conteúdo e utilização pelo usuário.
3- Calcule o quanto você custa por hora. Cheque se passar horas no Twitter ou em outra plataforma está realmente dando resultados para o negócio.
4- Se você for se apresentar em nome da empresa cuidado com a maneira impessoal de se comunicar. Tanto a marca da empresa quanto a do profissional devem ser preservadas.
5- Estratégia para o diálogo não é via de mão única. Precisa ter interação. Uma plataforma somente informativa não gera relacionamento direto. Tenha a visão real sobre isso.
6- Confiança perdida na web é difícil de recuperar. Não seja leviano em suas ações.
7- Tenha sempre um plano B para situações de demandas adicionais, momentos de crise, perfis falsos em nome da empresa, provisionamento para o crescimento. Enfim, liste todos os cenários possíveis.
8- Veja como você balizará suas métricas e se realmente conhece as pessoas que fazem parte da sua rede. Onde você não tem garantia de quem está é melhor nem entrar.
9- Saiba o que fazer com a informação que vem para você, para não ser apenas mais uma enxurrada de mensagens para administrar no dia-a-dia.
10-  Cuidado para não ficar vivendo de moda. A internet não tem a tecla voltar. O que você fizer vai se replicar para o resto da eternidade. (Fonte: as dicas acima foram dadas pelos especialistas Valéria Jureidini e Rene de Paula)
Katia Cecotosti, editora do portal HSM Online

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segunda-feira, 16 de abril de 2012

ATÉ QUANDO?

Até quando você vai se orgulhar de varar a noite e perder fins de semana trabalhando para algo que não é seu?
Até quando você vai querer trabalhar em uma grande empresa só para usar sua razão social como seu sobrenome no momento em que a recepcionista do prédio perguntar o seu nome e o fatídico “da onde?”.
Até quando você vai suportar ser uma peça (substituível) de um grande motor corporativo e cumprir ordens impostas que você não entende bem os motivos?
Para os que se acham felizardos, até o dia em que se aposentarem (e daí fazerem o que sonham). Para os que vão se achar injustiçados, até o dia em que forem demitidos (e daí criarem coragem para fazer o que querem).
Para uma geração de profissionais estas perguntas são fontes de agonia, mas para uma nova geração, uma convicção. Não querem ser empregados, engrenagens de um sistema corporativo com o qual não se identificam.
Querem ser protagonistas dos seus erros e acertos e resultados dos seus aprendizados. Para esta geração, o termo empreendedorismo nunca fez tanto sentido e teve tanta importância como agora.
Um ouvido mais atento já consegue ouvir nos corredores das principais faculdades frases como: Tenho interesse em montar a minha própria empresa. Estou criando a minha empresa. Já tenho um negócio próprio. Trabalho em uma empresa, mas em paralelo sou sócio de uma startup. Já consegui alguns clientes.
Preciso de ajuda para captar recursos de investidores. Gostaria de discutir o modelo de negócio da minha empresa. E não apenas nos corredores das faculdades de administração.
Vitor Asseituno e Fernando Cembranelli fundaram a Emprender Saúde, uma entidade que incentiva o empreendedorismo na Unifesp e outras escolas de medicina. Caio Braz, Thiago Feijão e outros colegas fundaram a EITA, iniciativa semelhante no ITA.
E ex-alunos da Unicamp se juntaram para criar a Unicamp Ventures. E os resultados já aparecem. A Empreender Saúde é parceria da The Economist em evento de inovação no Brasil, duas empresas fundadas por membros da EITA ficaram entre as três primeiras posições na competição Liga dos Campeões promovida pela Endeavor e a Unicamp Ventures já conta com mais de 100 empresas fundadas por ex-alunos.
Em 2006, lembro-me de ter ficado maravilhado com a quantidade de pessoas em um evento de empreendedorismo na Universidade de Stanford. Era algo simples, um investidor da Accel Partners em conversa com um empreendedor, mas a sala estava lotada com muitas pessoas sentadas no chão.
Até tirei uma foto da plateia que depois utilizei na abertura de palestras para alunos no Brasil. Falava de como o assunto chamava a atenção dos alunos lá e como era diferente no Brasil.
Mas o interesse pelo empreendedorismo cresceu rapidamente entre os alunos brasileiros e hoje, os eventos sobre o tema são muito concorridos.
Até a Accel Partners veio investir no Brasil. Tudo isso me impressiona. Mas o que me impressiona mais é que as perguntas do início deste texto foram feitas por um aluno de 18 anos que só pensa em empreender seu próprio negócio.
Em um mundo em que as perguntas são mais importantes que as respostas, quais eram as suas perguntas quando você tinha 18 anos?
Marcelo Nakagawa é professor e coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper

terça-feira, 10 de abril de 2012

OTIMISMO AJUDA NA EVOLUÇÃO


ARTIGO - OTIMISMO AJUDA NA EVOLUÇÃO


Minha mulher diz que quando nasci cai num caldeirão de optimismo. Mesmo quando as coisas estão a dar para o torto, consigo sempre ver o lado bom e aproveitar alguma coisa para conseguir seguir em frente.
Porque que acreditar que as coisas podem melhorar ajuda a nossa carreira?
1) Porque podemos sempre aprender alguma coisa;
2) Porque depois de analisar friamente o que aconteceu de errado, podemos sempre aprender e da próxima vez fazer melhor;
3) Porque por trás de cada problema existe sempre uma oportunidade. Somente os optimistas conseguem ver isso.
Dois exemplos pessoais de como foi bom ser optimista:
Durante alguns anos joguei volleyball pela equipa da Seguradora Tranquilidade no campeonato do INATEL. Éramos os últimos classificados e sempre que íamos jogar a motivação que era demonstrada pela equipa era: “OK, vamos lá perder mais um jogo!”. Nesta altura eu ainda não estava a jogar na equipa e na primeira ronda do campeonato, a equipa tinha perdido todos os jogos. Quando entrei, também entrou um novo treinador. A nossa equipa tinha uma qualidade única: nunca treinávamos e só nos reuníamos no dia do jogo. A falta de treino e técnica de jogo eram evidentes em todos nós, pois éramos 6 “macacos”, cada um a jogar da melhor forma possível, mas sem nenhum tipo de compromisso.
No início da segunda ronda do campeonato éramos a única equipa que não tinha ganho nenhum jogo. O nosso novo treinador reuniu a equipa antes do início do primeiro jogo da segunda volta e, entre tantas outras coisas, nos pediu somente mais uma: “Joguem este jogo como se fosse o último da vossa vida.” Para piorar estávamos a jogar contra o primeiro classificado do grupo e, enquanto a nossa idade média era de 40 anos a deles era de 25 anos. Era impossível ganharmos aquele jogo. Mas no decorrer do jogo, o treinado não parava de gritar para o campo a nos incentivar a fazermos o melhor que podíamos e por incrível que possa parecer, ganhámos. Ganhamos por 3 sets a 2 e jogamos como nunca até então tínhamos jogado.
Depois que acabou o jogo, ficamos extasiados com a vitória e até o diretor da equipa nos pagou um jantar no Tico-tico (para quem conhece o restaurante, é claro) e foi para nós o jogo da nossa vida.
Claro que depois disso ganhámos mais alguns jogos e já não terminamos em último no grupo. Mas a pergunta que fica no ar é: “O que mudou?”. Não treinávamos e não nos reuníamos em nenhuma ocasião. O que mudou? Foi a atitude e a forma optimista como o treinado nos motivou. Começamos a acreditar que éramos capazes de ganhar. O optimismo dentro de cada um de nós fez com que, naquele jogo em especial, déssemos o máximo em prol da equipa.
Quando não acreditamos que somos capazes de fazer alguma coisa, a probabilidade de isso não vir a acontecer é muito grande. Se não acreditar que pode ser um grande vendedor, então nunca será. Permita-me dizer que, na minha opinião, somente os optimistas é que conseguem ser bem-sucedidos na vida.
Mas não pense que basta pensar que é um optimista que isso vai mudar tudo na tua vida. É preciso meter mãos a obra. Não pense que a partir do momento que assumir uma postura optimista, tudo será um mar de rosas. Desengane-se. Irá encontrar espinhos ainda maiores que os que encontrara até então. A forma como vai lidar com estes “espinhos” e como os vai transformar em pétalas de rosa, depende de si. Somente quando conseguir “esmiuçar” todo o problema e achar as oportunidades escondidas nele é que estará no caminho do sucesso.
A segunda história que vos quero partilhar é a seguinte:
Na minha carreira profissional tive muitos desgostos e sempre achei na altura serem uma grande injustiça. Mas por que estava determinado a atingir um patamar profissional, não desisti. Posso contar-vos o seguinte: “Numa reunião com um fornecedor, estava eu, o meu chefe e o diretor do meu departamento. A certa altura da reunião, a quantidade de opiniões eram díspares e nenhuma chegava a lado nenhum. Até então estava calado. Pedi licença e disse: ‘Penso que podemos ir por este caminho’, e expliquei qual era. A seguir a acabar o meu discurso o meu chefe virou para mim e disse (na presença de todos) que não estava ali para pensar.” Na atura aquilo para mim foi como ter levado com um pontapé nas partes baixa. Podia ter sido ali o começo do meu fim. Mas acredite que não foi.
Hoje em dia sou pago para pensar, para resolver e para prever como melhorar o meu departamento. Poderia ter ficado traumatizado, a achar-me a pior pessoa do mundo, mas não. Vi naquela frase a oportunidade que precisava para poder ir atrás e atingir um estatuto que me permitisse ser pago para pensar.
Mas não bastou-me somente receber um fora como o que recebi. Tive que correr atrás. Fiz cursos, li centenas de livros, estudei o que as pessoas de sucesso passaram e como foram bem-sucedidas na sua carreira. Criei as minhas listas de pontos positivos e negativos e no final consegui descobri quatro características comum em todos os casos que li e estudei. São elas:
1) Possuem um claro e conciso propósito da vida e direção que querem tomar;
2) São comprometidos em encontrar o sucesso. Encontram obstáculos e ultrapassam-nos;
3) São muito confiantes. Sabem exatamente qual o caminho a tomar para ter sucesso, e continuam a ter mais confiança e sucesso a medida que o tempo passa;
4) Partilham as suas competências básicas. São pessoas que sabem ver sempre o lado bom da vida. Normalmente são rodeados de pessoas que querem aprender com ele. São pessoas altamente produtivas, excelentes comunicadores e sabem construir relações duradouras.
Pode parecer lugar-comum, mas todas as pessoas que conheço e que considero como bem-sucedidas profissionalmente, reúnem estas características.
Uma das decisões que tomei em 2005 foi a de criar um blogue onde pudesse passar ao mundo as minhas experiências como vendedor e, depois com estes exemplos, quem lê-se os artigos, pudessem usa-los e aprender. Desde então tenho uma comunidade de mais de 15.000 leitores que semanalmente acompanham o blogue.
Alterando o contexto que uma TV por cabo usa na sua publicidade: “Poderia ter abdicado de tudo e me tornado um fracassado? Sim poderia. Mas decidi que quero ter sucesso!”.
Pense nisso e boas vendas.

terça-feira, 3 de abril de 2012

MULHERES EMPREENDEDORAS E SUAS ESTRATÉGIAS

Entrevistas FNQ em Revista...


Mulheres empreendedoras revelam estratégias para alcançar o sucesso do negócio


Reconhecidas por suas histórias de empreendedorismo, as empresárias Maria Cristina Ruffo, de Maceió (AL), e Maria Helena Lubke Jeske, de Pelotas (RS), foram as vencedoras da etapa nacional da 8ª edição do Prêmio SEBRAE Mulher de Negócios (PSMN). A premiação é uma iniciativa do SEBRAE, Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Federação das Associações de Mulheres de Negócios e Profissionais do Brasil (BPW) e Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

Premiada na categoria Pequenos Negócios, Maria Cristina é proprietária da MR Krocco, empresa de criação e reprodução de jacarés do papo amarelo que, por meio de abate humanitário, utiliza a pele e subprodutos do animal para exportação. Ela se destacou pelo senso de oportunidade e caráter inovador de seu negócio, além de sua capacidade de gerenciar processos e monitorar resultados. Para a empresária, o reconhecimento é fruto do árduo trabalho dos oito anos de existência da empresa e da credibilidade conquistada em seu negócio.

Já Maria Helena foi reconhecida na categoria Negócios Coletivos, por sua atuação como presidente da Associação dos Produtores de Doces de Pelotas, que reúne 16 doceiras da região. De acordo com a empreendedora, após o reconhecimento no prêmio, a instituição se tornou referência no seu segmento e começou o processo de expansão dos negócios, bem como de crescimento financeiro e aumento da credibilidade no mercado.

Em entrevista exclusiva para a FNQ em Revista, as empresárias revelaram dicas para ajudar empreendedoras a se tornarem bem-sucedidas e compartilharam práticas de gestão que ajudaram na conquista da premiação.


FNQ - Que característica deve ter uma empreendedora de sucesso?
Maria Cristina:
Em primeiro lugar, é preciso ter objetivo, pois nem sempre realizar um sonho é fácil. E, quando tratamos do mundo dos negócios, o sucesso não depende só de nós, mas também do mercado. Persistir nos seus objetivos é fator determinante para que a empresa cresça e apresente resultados satisfatórios. Sempre haverá pedras no caminho e caberá ao profissional driblá-las.

Maria Helena: Trabalhar em associação me ensinou a pensar de maneira coletiva, trabalhando em conjunto com os meus funcionários. Essas características ajudaram muito para que eu conseguisse coordenar a instituição e alavancar os negócios. Não ser individualista, dividir informações com colegas e concorrentes da área, além de saber ouvir, contribui para o sucesso de uma organização.
 
FNQ - Quais práticas adotadas em seu negócio são essenciais para o sucesso da organização?
MC:
É extremamente importante identificar aonde se quer chegar. Logo em seguida são traçadas metas, que pouco a pouco são conquistadas, chegando ao objetivo final. Além disso, procuro investir na capacitação dos meus colaboradores, já que boa parte dos resultados obtidos é fruto de empenho dos meus funcionários. Motivar a força de trabalho também faz parte de uma estratégia de sucesso, pois um profissional feliz é capaz de operar verdadeiros milagres.

MH: Entre as muitas práticas de gestão que adotamos, incentivamos bastante o trabalho em conjunto, a partilha dos mesmos ideais, bem como a persistência e dedicação dos funcionários, pois eles foram elementos-chave no sucesso da associação. Além disso, consideramos essencial investir na capacitação dos colaboradores para formar mão de obra qualificada.
 
FNQ - Você acredita que melhorar constantemente a gestão de seu negócio resulta em aumento da competitividade? Por quê?
MC:
Sim, todo investimento na gestão de uma empresa ainda é pouco, porque ela é responsável por deixar a organização cada vez mais evidente no mercado, seja por meio dos resultados ou da boa relação com os clientes.

MH: Com certeza. Procuramos sempre inovar e melhorar nossa gestão, pois ela é a principal responsável pelo crescimento da empresa. Outra ideia é incentivar cada uma das associadas a se aliar aos concorrentes, como estratégia para tornar a associação ainda mais competitiva. Ao trabalharmos juntos, conseguimos lutar ativamente pelo crescimento do setor.


FNQ - Qual a importância da inovação para o sucesso do negócio?
MC:
Em um mundo globalizado tudo que é diferente chama atenção e, consequentemente, conquista seu público de interesse. Por isso, busco inovar em técnicas de manejo dos animais, trocando experiências com profissionais estrangeiros para aperfeiçoar meu produto e me estabelecer como a maior empresa do ramo no mundo.

MH: A inovação nos torna ainda mais competitivos. Reinventamo-nos sempre visando à qualidade dos serviços prestados e atendendo nosso cliente de maneira qualificada. Para isso, buscamos fazer pesquisas de mercado e ouvir a opinião dos clientes, o que tem se tornado prática fundamental da nossa associação.

FONTE : REVISTA FNQ